Autoajuda para o luto pela morte de seres queridos

Começar de novo

Encarar a morte de um ser querido é um dos obstáculos mais terríveis que temos que superar na nossa vida. Mas sempre é possível encontrar novamente o sentido da nossa existência e seguir adiante. A autoajuda pode ser muito positiva para encarar o luto.

Nesses momentos nos quais todas as palavras sobram, também é possível começar a achar o caminho para retornar à vida, para voltar a curtir o sol pelas manhãs, para reencontrar o sentido aos nossos dias. Quando perdemos um ser querido o luto nos cega, e pensamos que nada será de novo igual.

A autoajuda pode nos auxiliar a compreender que embora a dor nos acompanhe até a gente se reencontar com esse ser na eternidade, também aqui segue a vida e devemos encará-la com a mesma força de antes. É o que certamente desejaria esse ser que perdemos e que tanto amávamos.

O mais importante para superar o luto pela morte, em primeiro lugar, é eliminar os sentimentos de culpa. Quando perdemos uma pessoa querida sentimos que ficaram milhares de coisas que faltaram dizer ou fazer, que não lhe dissemos suficientemente quanto a queríamos ou que ficamos em dívida com ela.

O trabalho em grupos de autoajuda, nos quais muitas pessoas que atravessam esta difícil situação contam suas experiências, achando muitas coincidências nos sentimentos, pode nos ajudar a superar essa culpa e a entender que nós não somos os culpados desta lamentável morte.

Este sentimento costuma ficar mais agudo nos casos mais complicados de luto, por exemplo diante da perda de um filho ou diante do suicídio de um familiar. A morte súbita é também outra situação de extrema complexidade, porque não se pode encontrar nenhuma razão lógica para a morte de alguém que tinha, pelo menos na aparência, um perfeito estado de saúde.

Alguns dos sentimentos negativos que poderemos superar com técnicas de autoajuda aplicadas ao luto pela morte são a vingança (sobretudo em assassinatos), a já mencionada culpa e a violência aplicada contra outras pessoas inocentes, a quem às vezes o indivíduo que suporta o luto responsabiliza da morte do ser querido, por exemplo quando um dos pais culpa o outro pela morte de um filho.

Nenhum destes sentimentos nocivos nos ajudará a construir nada positivo para o futuro. Muito pelo contrário, nos afundarão em um mar de dor que terminará nos afogando. Compartilhar experiências com outras pessoas em situação parecida, contudo, nos permitirá começar a encontrar essa pequena luz de esperança no fundo do caminho.


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