Tratamentos anti-age menos invasivos que a cirurgia

Os novos tratamentos anti-age são menos invasivos e mais naturais que a cirurgia

Os novos tratamentos anti-age são menos invasivos e mais naturais que os de antes. A água, o oxigênio e o ozônio vão ganhando terreno sobre o bisturi. Estas intervenções foram o centro de discussão do XVI Congresso Mundial de Medicina Estética.

As novas técnicas anti-age são menos invasivas e mais naturais que as de antes, ganhando terreno com relação ao bisturi.

No XVI Congresso Mundial de Medicina Estética, que foi realizado recentemente em Buenos Aires, ficou clara a necessidade de recorrer a técnicas menos invasivas para o tratamento de determinadas questões antiestéticas que se derivam da idade e do processo natural do envelhecimento, que estão sendo solucionáveis através da via da intervenção cirúrgica.

Os especialistas apontam que a cirurgia estética não é o milagre da criação e sua aplicação não deve supor a invenção de uma nova pessoa mas sim e, de qualquer forma, o aperfeiçoamento da beleza do indivíduo, não como milagre mas sim como uma possibilidade terapêutica a mais. Assim, segundo aponta o doutor Raul Pinto, presidente da Sociedade Argentina de Medicina Estética, organizadora do XVI Congresso Mundial de Medicina Estética, "o objetivo é obter máximos resultados com procedimentos minimamente invasivos. Não se trata de fazer magia, mas sim de respeitar os limites da estrutura e a biologia de cada paciente", indica.

Por isso e na busca de técnicas menos invasivas para os pacientes, o doutor Serrano, da Universidade de Milão, está estudando os efeitos do ozônio, do oxigênio e da homeopatia na revitalização biológica do organismo para prevenir os problemas e as doenças do envelhecimento. Nas suas investigações trata de demonstrar como o desequilíbrio de energias em diversos pontos do corpo pode acelerar biologicamente o passar dos anos. Por exemplo, o especialista aponta que os temidos pés de galinha podem aparecer por um excesso de energia acumulada na região do fígado, enquanto a flacidez na pele do pescoço aparece quando falta energia. Inclusive aponta que a secura da pele e as rugas podem se reduzir se for restabelecido o equilíbrio energético ao redor do rim, ao qual a acupuntura reconhece a capacidade de regular a hidratação cutânea.

Ambos os especialistas coincidem em apontar a capacidade de autorreparação própria do organismo e advogam por que a medicina estética integre outras disciplinas alternativas como a acupuntura, a fitoterapia e a homeopatia na luta contra o envelhecimento. E indicam que os tratamentos do futuro se apoiarão na oxigenoterapia, na homeomesoterapia ou na ozonomesoterapia, entre outras disciplinas.


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